Thursday, August 13, 2009

170

Como são lindas as palavras, não é mesmo? O papel aceita tudo, por exemplo: hoje eu dei uma volta por Saturno, patinando pelos anéis até me encontrar com uma gata linda que miou o som azul da liberdade. Viu só?

23 comments:

Anonymous said...

total

quer outro exemplo, procure a letra da musica Rolex, de Dado Dolabela, uma coisa.

coucouchanel said...

riiiiiiiiiita lee!

Anonymous said...

Dado Dolabela, quem diria, frequentando as (páginas?) sérias do Sol. Rolex. O tempo não pára. O tempo não existe. O tempo insiste em passar. Ei, vou mandar essa parada prum camarada meu, músico.
Rola um Rolex aí! thiago

sol-moras-segabinaze said...

Páginas sérias, mas com um tantinho assim de carimbó.

Anonymous said...

Thiago, fazias poesia no tempo da Nuvem Cigana, com o Bernardo e o Chacal?

Anonymous said...

Fazia não, gente boa, mas tenho um livrinho do Bernardo Vilhena chamado Atualidades Atlânticas que é show. Tão bom que nosso querido Lenine pegou um poema lá e fez uma música em cima - "Já que sou brasileiro, Já que sou do pandeiro,
Jackson do Pandeiro" Nem sei se é parceria, mas no Brasil, sabe como é, vale tudo. Thiago

sol-moras-segabinaze said...

"Afinal, o que era o Nuvem Cigana?

Chacal. Era um grupo de várias criações, sobretudo de poesia, mas não só isso, de arte marginal, que misturava carnaval, futebol, música, todas essas coisas populares. Inclusive, a integração com o carnaval gerou os blocos, que hoje levam mais de 5 mil pessoas para as ruas."

Não só isso, como a geração da própria nuvem itself nas ondas das cidades ciganas, nordestinas entre outras mais cotadas e caras.

sol-moras-segabinaze said...

Beatriz conhece o Vilhena e pode tirar essa dúvida.

"Ei Beatriz..."

Anonymous said...

E tinha o Charme da Simpatia também, bloco, filhote da Nuvem.
O nome é show! Thiago

Anonymous said...

Minha amiga Berenice Zirtaeb também conhece. Aliás, eu também conheço o Bernardo.

Anonymous said...

Saí uma vez no Charme, chovia, todo mundo animadíssimo, eu, Marisa mais o namorado alemão dela, uma história que um dia eu conto, mas em off. Abraços, Fred.

Anonymous said...

Tem um livro da Nuvem Cigana, esse texto do Chacal acho que é do livro, é uma longa entrevista com o Bernardo, o Chacal e o Charles.
Fred.

Anonymous said...

Pois é o Bernardo Vilhena, trabalhei com ele na Conquistadores do espaço, olha só que nome mais space para uma agência. Ele é uma figuraça, foram dias divertidos. bjs Bia, a Zirtaeb.

Anonymous said...

Fred, conta a história aí, pô! thiago

Anonymous said...

Sim, a Conquistadores do Espaço, nome espetacular pra uma agência de propaganda. O Bernardo foi o melhor redator com quem já trabalhei. Aprendi muito com ele. Bernardo seria fácil fácil um Olivetto, se estivesse a fim.
Minha amiga Berê Zirtaeb tem mil estórias da Conquistadores, fala aí, Berê! fred

Anonymous said...

Não posso contar. Nessa mosca não entra boca. Além do que tem outras pessoas envolvidas na história, inclusive a mulher do embaixador de Alhures, um país ali pertinho do país dos Equinócios, e mais não conto. Tenho amor à vida. Tudo gravado em tape - naquele tempo era tape. Não posso falar mais. E naquele tempo muitos do que estão aí não estavam. Borboleteavam no exterior. Inclusive o namorado alemão de Marisa, que explodiu numa Carbrasmar 55 pés num acidente nunca suficientemente explicado. Até porque na época, Helmut era muy amigo do ministro.
Caluda. Abraços. Fred.

sol-moras-segabinaze said...

É um absurdo, realmente.

Anonymous said...

Sem querer e muito menos poder me estender mais sobre o episódio, Marisa nunca mais foi vista abaixo do Equador. E que Equador! Fred.

Anonymous said...

A Marisa trabalhava aonde, Fred?

Anonymous said...

Não dá pra contar. Cartas cairiam feito dominós. O lugar de trabalho de Marisa é a chave que abre várias portas, deixa pra lá. fred

Anonymous said...

Helmut era um que estudou na Escola Alemã?

Anonymous said...

Certamente centenas de Helmuts estudavam na Escola Alemã, anônimo.
Mas não este Helmut. fred

Anonymous said...

O cara não quer contar é porque tem coisa aí. Se fosse história boba o cara liberava. thiago