Thursday, November 22, 2007

Feriado da consciência negra


Parece que apenas 6% da população brasileira pode ser classificada como sendo "negra".
A maioria das pessoas que os movimentos negros usam na hora de seu proselitismo são, na verdade, mestiças, mulatas.
A miscigenação aqui de fato aconteceu. Não precisa nem olhar pra pesquisa nenhuma, basta andar na rua e ver como brancos, negros e índios se misturaram.
Isso é ignorado na hora de se acirrar o racismo, colocando todos os mestiços como sendo "afro-descendentes".
Ora, a maioria deles é tão "afro" quanto "europeu" ou "índio" descendente.
Mas isso não serve ao discurso do conflito, a essência do socialismo, de se colocar todos contra todos, rebaixando o indivíduo ao ponto mais baixo na escala de valores.

Thursday, November 08, 2007

Os "reacionários"


O que a esquerda chama de "neoliberal" ou "reaça" é qualquer um que reconhece o óbvio:
1 - Que o Brasil cresce menos do que poderia ou deveria.
2 - Que isso é resultado do excesso de impostos, regulações e burocracias que travam não só a dinâmica econômica como todas as demais liberdades.
3 - Que o mercado é onde a riqueza é de fato criada, e que o tacão estatal deve ser limitado.
4 - Que acreditar na benevolência e altruísmo intrínsecos dos agentes públicos é um erro fundamental.
5 - Que o governo não deve ser empresário, desperdiçando recursos escassos entregando carta ou fazendo novela.
Aliás, quem são os verdadeiros "reacionários"?
Aqueles que querem manter e aprofundar o estado atual de coisas (os socialistas), ou aqueles que propõem reformas e defendem as liberdades individuais (os liberais)?

Friday, October 26, 2007

Que Invenção Foi GENUINAMENTE Socialista???


Envenenamento com polônio radioativo.
Gulags, outra grande inovação.
O paredón, como nón?
João Carlos, não diria que as pessoas "almejem" o comunismo, diria que algumas pessoas bem intencionadas se deixam levar por argumentos emocionais e imaginam que a saída pras dificuldades da vida é centralizar e planejar toda a economia com vias de promover a "igualdade".
Acontece que esse ideal de "igualdade" não pára em pé, uma vez que somos todos diferentes e que em tal sistema os planejadores e burocratas são mais "iguais" que os outros. Sem falar na escravidão que é confiar toda a existência a um poder central.
Outros "almejam" porque fazem parte do esforço em promover esse sistema, e esperam com isso mais poder e dinheiro.
O ideal da "igualdade" parece sedutor, mas muitas vezes é só uma fachada pra encobrir a inveja e o autoritarismo de pessoas que não toleram as diferenças e as liberdades individuais.
A única "igualdade" possível é aquela preconizada pelos liberais: a igualdade perante as leis.
Qualquer outra resulta em violência.
Rodrigo, o ideal da "igualdade" e a inveja estão intimamente ligadas, mas não acho que sejam a mesma coisa.
Existem pessoas sinceras que acreditam nisso de coração, imaginando que o socialismo pode realmente melhorar a vida dos mais humildes, sem necessariamente se motivar na inveja ou no autoritarismo. São aqueles que os espiões da KGB chamavam de "inocentes-úteis".
No Brasil tá cheio.

Thursday, October 25, 2007

Meu corpo me pertence


Pode ser cristão, achar que a venda fere a "dignidade humana", pode usar um blá blá blá emocional com belas palavras contra a "mercantilização do corpo", MAS...

Nada disso muda o fato de que o corpo pertence ao próprio indivíduo e que ele, mesmo que as leis digam o contrário, pode dispô-lo da maneira que quiser.

Pessoas que pretendem legislar sobre o corpo alheio podem fazer isso lotadas de boas intenções, mas isso não passa de autoritarismo.

Conde, seu carola histérico, o Constantino não tem o monopólio do discurso libertário, rapaz.

Desça dessas suas tamancas e pare de sofismar.

Se o indivíduo quiser ser "escravizado", quiser se matar num ritual satânico, quiser vender o seu rim, nem você e nem o estado têm o direito de impedir.

Pode vir você, pode vir o Olavo de Carvalho, pode vir o deus reencarnado em pessoa e falar em "dignidade humana", citar esse ou aquele filósofo, nada disso muda o fato de que o corpo pertence ao indivíduo e de que ele pode dispô-lo da maneira que achar melhor.

Se você considera isso moralmente questionável, beleza, mas não venha impor as suas opiniões através da lei.

A venda de rins regulariza a oferta, acaba com o mercado negro e aumenta as chances das pessoas receberem um rim, inclusive as mais humildes.

Sua religião parece estar nublando a sua razão.

Conde boca suja, se o seu vizinho se deixou "escravizar" VOLUNTARIAMENTE, seja por alguma tara ou o motivo que for, você e nem ninguém têm o direito de usar a força do estado pra impedir essa situação.

Esse é o ponto.

Se você considera tal prática degradante, vá até lá, converse com essa pessoa, mostre toda a sua "humanidade" e "dignidade" e tente demovê-la dessa idéia.

Usar o estado pra barrar as trocas voluntárias e as liberdades individuais te transforma apenas em um autoritário, com alguma criatividade na hora de xingar os outros. rs

Conde, se alguém está escravizado contra a sua vontade, o estado deve sim intervir.

O exemplo que dei foi outro, mas você prefere distorcer o que eu disse na sua ânsia neurótica de "vencer" o debate.

O indivíduo é ou não senhor de seu próprio corpo, Conde? Ele pode ou não pode fazer o que quiser com ele?

Ou ele é senhor somente até um certo ponto, dependendo da avaliação de carolas histéricas e autoritárias como você?

Repetindo pro boca suja: se eu quiser dispor do meu corpo, seja "escravizando-o", seja cortando-o em pedaços no fatiador da padaria, seja vendendo um dos meus rins, seja me matando - VOCÊ E NEM NINGUÉM TEM O DIREITO DE IMPEDIR.

Me aconselhe, tente me demover da idéia, MAS NÃO USE O ESTADO PRA IMPOR A SUA OPINIÃO.

Conde, você tem problemas mentais.

Daonde você tirou que eu tenho AIDS e que gosto que "enfiem o braço" no meu cu? rs

E, se essas coisas fossem verdadeiras, no que isso te diz respeito ou ao debate?

Esse coitado é um ditador em potencial.

"A humanidade ganha mais tolerando que cada um viva conforme o que lhe parece bom, do que compelindo cada um a viver conforme pareça bom ao restante." (John Stuart Mill)

Mill matou a pau. Eis a diferença entre os que enxergam o indivíduo como um fim em si mesmo e os que o vêem como um meio sacrificável a um fim determinado por algum planejador ou pela "maioria".

Em suma, a diferença entre liberais e autoritários.

Thursday, October 18, 2007

A tara autoritária


"Socialism and interventionism. Both have in common the goal of subordinating the individual unconditionally to the state." Ludwig von Mises, Omnipotent Government [p. 44].

É inegável que, nos dias de hoje, ditadura, intervencionismo e socialismo são extremamente populares. Nenhum argumento lógico consegue enfraquecer essa popularidade. O fanatismo impede que os ensinamentos da teoria econômica sejam escutados, a teimosia impossibilita qualquer mudança de opinião e a experiência não serve de base a nada.

Para compreender as raízes dessa rigidez, devemos nos lembrar que as pessoas sofrem porque as coisas nem sempre se passam da maneira que elas gostariam. O homem nasce como um ser egoísta, não-sociável, e é só com a vida que aprende que sua vontade não é a única nesse mundo, e que existem outras pessoas que também têm suas vontades. A vida e a experiência irão ensinar-lhe que para realizar os seus planos terá que encontrar o seu lugar na sociedade, e terá que aceitar as vontades e os desejos das outras pessoas como um fato e que terá que se ajustar a esses fatos, se quiser chegar a algum lugar.

A sociedade não é o que indivíduo gostaria que fosse. Qualquer individuo tem sobre seus conterrâneos uma opinião menos favorável do que a que tem sobre si mesmo. Julga-se com o direito a ter um lugar na sociedade melhor do que o que efetivamente tem. A cada dia o presunçoso – e quem está inteiramente livre da presunção? – tem novos desapontamentos. Cada dia lhe ensina que existem outras vontades além da sua.

O neurótico tenta se proteger desses desapontamentos sonhando acordado. Sonha com um mundo no qual sua vontade seja decisiva. Só o que tiver a sua aprovação pode acontecer. Só ele pode dar ordens; os outros obedecem. Na sua fantasia, é um ditador.

Na sua secreta fantasia pensa ser como um ditador como César, Genghis Khan ou Napoleão. Na vida real, quando fala com os seus conterrâneos, tem que ser mais modesto. Contenta-se em apoiar a ditadura de alguma outra pessoa. Mas, na sua imaginação, o ditador está ali para cumprir a sua (do neurótico) vontade. Um homem que, não tendo percebido os seus limites, proclamasse que ele deveria ser o ditador seria considerado insano pelos seus conterrâneos. Os psiquiatras o qualificariam como um megalomaníaco.

Quem apóia a ditadura, o faz por achar que o ditador está fazendo o que, na sua opinião, precisa ser feito. Quem é favorável a ditaduras tem sempre em mente a necessidade de dominar todas as vontades, inclusive a sua própria vontade.

Examinemos, por exemplo, o slogan "economia planejada", que particularmente nos dias de hoje é um pseudônimo de socialismo. Qualquer coisa que as pessoas façam tem que ser primeiramente concebida e nesse sentido planejada. Mas aqueles que, como Marx, rejeitam a "produção anárquica" e pretendem substituí-la por "planejamento" não consideram a vontade e os planos das outras pessoas. Só uma vontade deve prevalecer, só um plano deve ser implementado, qual seja, aquele que tem a aprovação de um neurótico, o plano que ele considera correto, o único plano. Qualquer resistência deve ser subjugada, nada que impeça o pobre neurótico de tentar ordenar o mundo segundo seus planos deve ser permitido – todos os meios que façam prevalecer a suprema sabedoria do sonhados devem ser usados.

Essa é a mentalidade das pessoas que, numa exposição das pinturas de Manet em Paris, exclamavam: a polícia não devia permitir isso! Essa é a mentalidade das pessoas que constantemente clamam: devia haver uma lei contra isso! E, querem eles admitam ou não, essa é a mentalidade de todos os intervencionistas, socialistas e defensores das ditaduras. A única coisa que eles odeiam mais do que o capitalismo é o intervencionismo, socialismo ou ditadura que não corresponda à sua vontade.

Com que entusiasmo os nazistas e comunistas lutam entre si! Com que determinação os partidários de Trotsky combatem os de Stalin ou os seguidores de Strasser os de Hitler.

» Este texto faz parte do livro Intervencionismo, uma analise econômica, do economista austríaco Ludwig von Mises.

http://www.acao-humana.blogspot.com/

"Mas quem aqui está defendendo a subordinação do indivíduo ao Estado ?"

Ora, os milhares de fakes socialistas dos mais variados graus que pululam por aí.

"Agora, todo liberal defende a subordinação do indivíduo ao Mercado. Isto é um fato."

Subordinação? O mercado nada mais é do que a interação dos indivíduos, cada qual com seus próprios interesses, limitações e circunstâncias. É o paraíso? NÃO, mas é uma ordem infinitamente mais justa que a imposta pela coerção estatal.

Mas lembrei, Bad. Você é aquele que chamou Mises de "imbecil"...

O texto diz muito da mentalidade autoritária, que vê algo que considera errado e logo clama pelo estado, "que deve fazer alguma coisa a respeito, alguma lei proibindo tal prática".

O resultado é o que se vê, com o poder político sendo mais importante e decisivo que o desejável, com a conseqüência lógica e previsível de reservas de mercado, subsídios, cotas, lobbies, corrupção endêmica e controles de todos os tipos sobre os indivíduos, que são tratados como meras peças da engenharia social idealizada pelos planejadores "bem intencionados".

Tuesday, October 16, 2007

Tropa de Elite


"Capitão Nascimento bate no Bonde do Foucault

Reinaldo Azevedo

Nunca antes neste país um produto cultural foi objeto de cerco tão covarde como Tropa de Elite, o filme do diretor José Padilha. Os donos dos morros dos cadernos de cultura dos jornais, investidos do papel de aiatolás das utopias permitidas, resolveram incinerá-lo antes que fosse lançado e emitiram a sua fatwa, a sua sentença: "Ele é reacionário e precisa ser destruído". Num programa de TV, um careca, com barba e óculos inteligentes, índices que denunciam um "inteliquitual", sotaque inequívoco de amigo do povo, advertia: "A mensagem é perigosa". Outro, olhar esgazeado, sintaxe trêmula, sonhava: a solução é "descriminar as drogas". E houve quem não resistisse, cravando a palavra mágica: "É de direita". Nem chegaram a dizer se o filme – que é entretenimento, não tratado de sociologia – é bom ou não. (...)
"

http://veja.abril.com.br/blogs/reinaldo/

A questão da proibição é anterior a todo esse rescaldo que ela causa.


A proibição é injusta, atenta contra as liberdades individuais e resulta em violência na luta pelos "pontos", guerra de gangues, corrupção e o escambau. Todos conhecemos o resultado.


Nessa questão, o Reinaldo Azevedo mostra que é um conservador, não um liberal.

"
Quem fala em liberação de drogas não tem noção do gasto que isso causa ao sistema público de saúde. Nem todo imposto arrecadado com impostos sustentaria a imensa parcela de drogados que surgiria. Além disso, como o estado brasileiro adora uma taxação, logo logo surgiria gente vendendo drogas contrabandeadas, livre de impostos, e, assim, os narcotraficantes continuariam reinando como estão..."

Sobre o sistema público de saúde, então deveriam ser proibidas também diversas coisas que fazem mal à saúde e sobrecarregam o sistema. Manteiga, bacon, margarina, óleos... E sabe qual o maior motivo das pessoas engordarem e contraírem diversos males? Açúcar e farinha processada em excesso.


Vamos proibi-los também?


Sobre os impostos, está claro que se as drogas fossem legalizadas e os impostos fossem escorchantes (como são, por exemplo, o das bebidas alcoólicas, com um mercado paralelo de falsificação enorme), haveria de fato um mercado negro. Por isso mesmo que os impostos devem ser reduzidos, desestimulando a ilegalidade.


Se as pessoas não assumem nenhuma responsabilidade sobre os próprios atos, abre-se espaço então pra perenização da tutela estatal.


"(...) Dito isso, a mensagem do filme, que trata como hipócritas os consumidores de drogas riquinhos, permanece válida. Afinal de contas, essas drogas estão proibidas, e este fato faz toda a diferença. Afinal, consumi-las realmente abastece os traficantes, dando munição para eles, contribuindo para a morte de inocentes na guerra do tráfico. Os defensores da legalização devem atuar no campo das idéias, buscando mudar este quadro. Mas enquanto isso não ocorre, devem entender que cada baseado aceso é mais bala de fuzil na mão de traficante assassino. Creio que esse é um motivo e tanto para abandonar o consumo até este ser legalizado."

http://rodrigoconstantino.blogspot.com/

Constantino, esse seu parágrafo me deixou encucado. Não me parece a postura correta de um libertário. Se a lei está fundamentalmente errada, a desobediência se transforma numa forma válida de se alterar o
statu quo.

"
Sol, de acordo quando o impacto dessa lei injusta recai somente sobre vc. Ou seja: a lei idiota diz que eu tenho que fazer algo que considero ruim para mim, eu decido não fazer. A lei diz que vai me tomar mais da metade do que eu ganho, eu não entrego. E por aí vai. Mas o ponto é que na questão das drogas, consumindo vc está bancando traficantes. Um radical libertário feito Walter Block aprova essa atitude. Chama o traficante até de "herói" por desafiar a lei injusta. Eu acho complicado isso. Como já disse aqui, me considero algo entre um libertário e um liberal (clássico). Acho a proibição do jogo um absurdo, um autoritarismo de ditadura! Mas sabendo que jogando no bicho estou bancando criminosos que NÃO SE LIMITAM a este crime inofensivo, prefiro não contribuir. Eis o ponto, eu acho. SE tudo que o traficante fizesse fosse vender a droga, ok, que consumam! Mas sabemos que não é apenas isso..."

Rodrigo, acho que toda essa celeuma (justa) causada pela violência - patrocinada pelo monopólio da ilegalidade que essa lei estúpida concedeu ao mercado negro - vai forçar uma reflexão profunda sobre esse e outros paternalismos estatais, incluindo a questão do jogo.


Não vi o filme, mas acho que, nesse sentido, ele prestou sim um bom serviço.

O estado institui uma lei absurda, impossível de ser aplicada, e os policiais ficam então dando murro em ponta de faca.


Ninguém ganha com isso.

"O incômodo que o tráfico causa no Brasil é a violência do traficante.

Como comparação, Europa e EUA , que são grandes mercados consumidores desses produtos (o Brasil é um mero entreposto, a droga só passa por aqui, o consumo é muito baixo), não têm essa situação de guerra que vemos nos morros cariocas e na periferia paulistana.

Ora, se lá é o grande mercado, com um número bem maior de traficantes, deveria também haver violência semelhante à que ocorre aqui. Mas não é o que ocorre, longe disso, aliás.

Por quê?

Resposta: Estado frouxo. Como sempre."

Concordo em parte, Renato.

Sim, o estado brasileiro é frouxo, rescaldo, entre outras coisas, da noção de que o roubo e todas as violências contra o outro são frutos da "desigualdade social".

Então o criminoso se transforma em "vítima", como ficou claro no artigo que o tal de Ferréz escreveu sobre o relógio roubado do Luciano Huck, no que certamente foi apoiado pelos socialistas.

Combate à violência se faz sim com repressão e punição, mas isso não se aplica, sob o prisma liberal, ao consumo de drogas, já que o corpo pertence ao indivíduo, não sendo uma "concessão" estatal.

Esse é o cerne da discussão.

Thursday, October 11, 2007

A corrupção moral da sociedade pelos marxistas

Quem vê os comunas mentindo sem parar na ânsia de aumentar o tacão estatal, tem aqui a chance de assistir a um dissidente soviético esclarecendo os métodos usados por esse pessoal.

Além desses "quadros" treinados, vários "idiotas-úteis" - ingênuos e idealistas - também dão sustentação à farsa coletivista.

Nenhuma novidade para um liberal, mas o depoimento é estarrecedor se você ainda crê na superioridade moral do socialismo:

http://www.youtube.com/watch?v=Wqlg3Z3ilWs

http://www.youtube.com/watch?v=HXLFmUGVmd0

http://www.youtube.com/watch?v=95H1wqh96Ts&mode=related&search=

Tem mais:

http://www.youtube.com/watch?v=u-Iq536Y9YU&mode=related&search=

http://www.youtube.com/watch?v=u-Iq536Y9YU&mode=related&search=

"Hahahahahahahahaha. De novo esse vídeo imbecil, desse palhaço pago para fazer propaganda. E isso ainda nos anos anteriores a eleição do Reagan!!!

Como é mesmo esse negócio de "mentir sem parar", hein seu filho da puta?

Esqueci, além de filho da puta, débil mental."

É, ele era pago pra fazer propaganda do regime comunista, se arrependeu da cagada e abriu o jogo.

E eu lá esperava convencer comunas em avançado estado de rigidez cognitiva?!

Isso é pros que ainda têm alguma chance de se livrar desse engano.

O processo de desmoralização dos EUA deu muito certo sim, inclusive no Brasil, como podemos notar com a maciça presença de fakes e pseudo-intelectuais babando de ódio dos americanos.

Só alguém muito alienado da realidade, ou um comunista, negaria essa realidade.

O dissidente russo, ex-funcionário da KGB, Yuri Bezmenov, é entrevistado por G. Edward Griffin (documentário "Soviet Subversion of the Free Press"-1984) e comenta a propaganda fabricada para fazer a União Soviética parecer bem sucedida, sua fuga para o Ocidente, os militares soviéticos e o interesse da KGB nos gurus indianos e suas doutrinas falsas com o objetivo de desmoralização do mundo livre.

"Particularmente, não tenho como provar que o testemunho de Bezmenov era verdadeiro ou falso, Sol. Apenas parece-me inverossímil demais. Quer dizer que todos os críticos dos EUA na verdade estão "programados" como robôs e foram "demoralized", ou seja, tiveram seu senso moral anulado pela propaganda soviética ?"

Talvez dizer que os americanos eram "robôs programados" seja um exagero, mas está claro que os chamados "idiotas-úteis", os intelectuais, artistas e jornalistas que JÁ SIMPATIZAVAM com o socialismo foram sim MANIPULADOS pela propaganda dos "quadros" da União Soviética.

Por acaso isso é alguma novidade?

Se o cara é articulado e claro em suas explanações, mérito dele, que participou da história e tem autoridade no assunto.

Também não tenho como garantir 100% de certeza da veracidade de tudo o que se diz ali (como teria?), mas me parece sincero e de acordo com toda a história de desonestidade da propaganda comunista, fato comprovado por farta documentação.

Eu estranharia se ele dissesse o contrário, que a KGB era um antro de honestidade e que a intenção soviética era espalhar a liberdade e a paz pelo mundo.

No rumo certo


"Editorial do Estadão
Foi um sucesso o leilão de 2.600 quilômetros de rodovias federais para administração pelo setor privado. Todos os trechos foram arrematados e, além disso, as empresas vencedoras ofereceram pedágios bem abaixo do teto fixado pelo governo. O deságio variou de 39,35% a 65,43%. Trinta consórcios participaram, comprovando a disposição do setor privado de investir na infra-estrutura, se as condições de contrato forem razoáveis e houver o mínimo indispensável de segurança."
Excelente notícia.
A inoperância e a falta de recursos do estado contribuindo pra colocar mais uma vez em conflito o discurso e a prática dos petistas no poder.
Menos mal que a realidade volta e meia os obrigue a tomar medidas sensatas.
O lance agora é estender esse processo às demais carências da infra-estrutura.
Pois é, Rodrigo, ia falar justamente do IPVA pro rapaz que apareceu aí falando bobagens.
Ele acha que "os liberais ganharam"... Quem ganhou foram todos os usuários das tais estradas que agora vão dispor de um serviço melhor e de uma via mais segura.
Os acidentes são muito menores em estradas mantidas pelas concessionárias, tem dados por aí a respeito.
Mas é só diminuir um pouquinho os tentáculos da incompetência estatal pros planejadores ficarem nervosos.

Wednesday, October 10, 2007

Banco do Sul


Que coisa deprimente.
Criam mais um trambolho burocrático pra desperdiçar os recursos escassos desse pobre sub-continente com a chancela e liderança de ninguém menos que Chávez!
Esse mesmo agora em campanha pra formar o "novo homem" bolivariano, que, pelo menos em tese, deve se abster de beber, fumar e ostentar luxo.
Claro que os altos escalões da república chavista consomem hummers, cohibas e scotchs como nunca, mas cobrar um mínimo de coerência desse pessoal seria pedir demais.
E a esquerdopatia da comunidade, com a baba autoritária escorrendo pela boca, vibra.
Isso, Fake. Chávez, Morales e Corrêa são culpa do "neoliberalismo", que obrigou o povo desses países a votarem em favor de populistas demagógicos que vão aprofundar ainda mais a miséria desses mesmos países...
Culpar um inexistente "neoliberalismo", a panacéia dos planejadores.
A Venezuela, infelizmente, deixou-se curvar diante de Chávez por ela mesma, como o resultado das eleições deixa claro.
Vão se arrepender disso no futuro, como se arrependeram todos os que se deixaram levar por uma retórica que esmaga a individualidade em favor de um suposto "bem comum".
O preço do petróleo tem a ver, mas não explica totalmente.
É uma tragédia acontecendo, o caminho da servidão diante dos nossos olhos.
Se não se aprende com a história, paga-se o preço.

Thursday, October 04, 2007

Doutrinação nas escolas

É realmente espantoso notar que os únicos que acham que há algo de muito errado na educação brasileira nessa comunidade são os liberais.

Essa gente relativiza a doutrinação porque no fundo concorda com ela. Podem se dizer social-democratas, mas apóiam esse marxismo de galinheiro que ensinam às crianças.

fake Bad, vivo reclamando do esquerdismo do "O Globo", principalmente na parte cultural, lotada de anticapitalistas voluntários e involuntários.

Só que há uma diferença que você finge ignorar: "O Globo" é uma empresa privada, e se não concordamos com o que é dito ali, podemos simplesmente parar de ler e comprar esse jornal.

Já o material "didático" do MEC é pago com o dinheiro de todos, queiramos ou não tal doutrinação.

Entendeu a diferença?

Aliás, não é questão apenas de doutrinação comunista, existem erros e mentiras grosseiras nesses livros.

Pois o problema, fake Tôni, não é simplesmente de "ideologia", de se expor todas as visões de mundo pras pessoas, por elas mesmas, formarem o seu próprio posicionamento.

O que se vê é uma clara doutrinação mentirosa que diz que o capitalismo é "ruim" e o socialismo é "bom".

A história real mostra que a verdade é exatamente o contrário.

Isso é uma violência intelectual que só interessa a esquerdistas como você. E ao próprio Ministro das Educação, outro comuna "democrático" que já cometeu livros em defesa da escravidão.

Vivemos uma guerra de valores, e quem imagina que isso é apenas uma "questão de opinião" está enganado.

Bad, é lógico que há uma imposição.

Os professores podem ter 20 livros pra escolher, mas se esses 20 livros tiverem a mesma visão deturpada da história, qual a liberdade de escolha?

Não seja cínico.

É Tiago, a solução é taxar pesadamente os ricos pra se fazer "justiça social"...

Aprenda com os exemplos históricos. O que o Brasil precisa é de uma ambiente que valorize a livre-iniciativa, com menos regulações, impostos e castrações das liberdades individuais.

Faça um programa de renda mínima e deixe o mercado funcionar.

Isso é liberdade e isso é o que faz um país crescer.

Posar de defensor dos pobres defendendo uma política com os incentivos errados só cria mais miséria.

O problema, meu caro fake Bad, é que não basta apenas escrever o livro e "colocá-lo no mercado".

Os livros são escolhidos a dedo pelo MEC, e duvido que um livro com uma visão minimamente isenta da história fosse selecionado por esse pessoal.

Imagina então um livro com um viés liberal...

Mas Bad, a luta dos liberais é justamente pra mudar a mentalidade estatista entranhada na maioria das pessoas que condena o Brasil ao atraso.

Denunciar as imposturas da hegemonia esquedista, que envolve não só o MEC como os próprios professores devidamente domesticados pelo senso comum gramsciano, é um dever de quem preza a liberdade e a verdade.

Mas se vocês realmente acreditam que a solução é aprofundar o estado atual das coisas, continuem votando no PT e achando que o capitalismo é "malvado".

É uma passagem garantida só de ida ao subdesenvolvimento permanente.

Bad, o maior comprador de livros didáticos é o próprio governo federal.

Imagino que o mercado privado ainda seja maior, mas nada que mais alguns anos com o PT no poder não possa mudar, não é mesmo? rs

O currículo escolar deve ser livre, em oposição ao atual cabresto mediocrizante imposto pelos planejadores do MEC.

Val, sei muito bem do que trata Gramsci e as conseqüências voluntárias e involuntárias da leitura que ele fez de Maquiavel.

Você é um cara educado, mas me poupe das suas enrolações.

Val, você pode ser um bom amigo, mas pela experiência de debate que tenho contigo, sei que não adianta argumentar, pois as palavras e as idéias pra você parecem não ter significado, restando um jogo etéreo de conceitos onde a verdade não existe, mas apenas "interpretações", todas igualmente válidas.

Já eu acho que existe o certo e o errado, que as idéias têm conseqüências e que podemos, no mínimo, tentar nos aproximar da verdade da natureza humana através da reflexão e da honestidade intelectual.

Abraço

Não Wagner, "malvadão" é o capitalismo, é o mercado... rs

Óbvio que existem socialistas doutrinando nas escolas particulares também.

Claro que vocês não vão concordar comigo, vão me chamar de "idiota-útil" escondidos em perfis fakes e não vão reconhecer que o senso comum está impregnado sim de teses esquerdistas.

A maioria das pessoas NÃO É socialista, do tipo que quer uma revolução nos moldes soviéticos. Mas essas pessoas estão envolvidas por uma confusão mental que as faz ignorar a correlação que existe entre capitalismo e democracia. Ou estão mais interessadas em defender os seus interesses, ameaçados por idéias que questionam o statu quo.

A desinformação esquerdista e o patrimonialismo brasileiro foram realmente feitos um para o outro. rs

Wagner, como assim, o "liberalismo nunca existiu"?

Toda a noção de igualdade perante as leis, da liberdade de expressão, de respeito às minorias, da democracia, tudo isso é rescaldo dos postulados liberais.

Mesmo aqui no Brasil ainda existe muitas dessas coisas, infelizmente deturpadas com o marxismo de galinheiro que pretende acabar com todas essas conquistas "burguesas" pra colocar em seu lugar o "socialismo do século 21" ou qualquer outra tara autoritária.

O liberalismo que nunca existiu é aquele ortodoxo, do respeito absoluto aos direitos naturais, aquele dos anarco-capitalistas.

Bad, a maior parte da iniciativa privada quer mesmo é ter os seus livros comprados pelo governo. Assim evitam a concorrência e têm a sua grana garantida.

O que está errado são esses incentivos.

Uma das falácias favoritas dos esquerdistas é identificar os empresários com os liberais. A verdade é que a maioria dos empresários quer fugir do livre-mercado, da concorrência, preferindo mesmo uma parceria livre de riscos com o monopólio da coerção.

Por isso que a solução dos vouchers de Friedman é a melhor pra garantir a liberdade curricular e o acesso à educação.

Aí os incentivos estariam corretos.

Thursday, September 06, 2007

Discutindo com comunistas

"Liberalóides: Enlouqueçam de vez!
Essa daqui é pra ver os liberalóides assumindo seu papel de olavetes enrustidas e chamando a ONU de comunista:
KKKK!!!"
E o comuna com a cara mais bisonha do mundo vem aqui defender o indefensável.
Não adianta, a melhor propaganda anti-comunista é deixar um comunista falar.
"KKKKKKKKKKK!
Argumentos?"
Não poder ir e vir é um dos "objetivos do milênio"?
Não poder ser contra o ditador, sob pena de ir ao paredón, é um dos "objetivos do milênio"?
Só existir a imprensa oficial é um dos "objetivos do milênio"?
Tratar a população como gado é um dos "objetivos do milênio"?
Doutrinar as crianças a odiarem a liberdade é um dos "objetivos do milênio"?
Mandar pra prisão homossexuais e todos os que não rezarem na cartilha do Coma Andante é um dos "objetivos do milênio"?
Proibir o acesso à internet é um dos "objetivos do milênio"?
Se for, Cuba está no bom caminho.
Quanto à suposta educação e saúde cubanas, é mais uma empulhação, uma mentira, uma impostura propagandeada pelos totalitários simpáticos à escravidão.
Aliás, como confiar em dados fornecidos pelo próprio governo cubano?
Curem-se dessa DOENÇA acessando:
"KKKKKK!!!
E dá-lhe fuga e contorcionismos retóricos!!!
E o Spamta reassumindo sua condição de olavete!!!
KKKKK!!!"
Não tem contorcionismo nenhum, comunista Jefferson.
São todos FATOS, que você não tem como contra-argumentar.
Atenção: teclar "KKKK" com emoticons NÃO É argumento.
"KKKKKKKKKK!!!
A velha estratégia liberalóide: Se a realidade não me agrada, dane-se a realidade!
Vocês me divertem!"
Qual é a realidade que os liberais não gostam?
Mas deixa pra lá, a essa altura do campeonato, um cidadão que, com todas as evidências, ainda se declara comunista, tá mesmo é precisando de ajuda psiquiátrica.
Boa sorte.
"A primeira regra de um debate honesto é,teóricamente,o respeito pelo debatedor.Mas os juizos de valor,os ataques gratuitos e a estupidez são uma constante.Os fatos são esses."
Qual o respeito que merece alguém que defende, com todos os dados disponíveis, a escravidão em pleno século 21? Cuba é uma prisão.
"Crianças cortando cana e recebendo centavos por tonelada é algo impensavel para democracias representativas como o Brasil rsrsrs.É o terceiro mundo tentando sustentar os quatro carros/família dos EUA,tudo é claro,em nome do progresso da pátria.É a soberania alimentar de um povo sendo violada,e devidamente justificada por grandes teóricos do "liberalismo"."
"Soberania alimentar" é ótima, ainda mais vindo da boca de um cidadão com a foto de Lênin!
Pois essa "soberania alimentar", tão propalada pelos esquerdopatas, matou MILHÕES de fome só na China de Mao (outro ídolo dessa gente).
Enquanto isso, até mesmo no semi-capitalista Brasil, a obesidade é um problema maior que a fome.
Mas do que adianta falar isso pra um coitado desses? Ele vai permanecer apostando no erro, crente na inveja e ressentimento como imperativos categóricos "por um mundo melhor".
O ideal dessa gente é um ditador dando o norte pros mentecaptos, que em troca ganham uma ração diária, a critério do planejador-nutricionista encarregado pelo Partido.
Aí o comuna aplaudiria.

Wednesday, August 29, 2007

O caminho do meio


Quem quer que esteja participando do debate de idéias e defenda um ponto de vista claro e objetivo, normalmente se depara com a seguinte objeção:
"Você está sendo radical, o melhor caminho é o do meio."
Isso também é discutível, mas vamos supor que seja verdade.
De fato, toda discussão política se trava em torno das atribuições do estado, um extremo defendendo a sua completa ausência (anarquismo), e o outro extremo postulando a estatização total dos meios de produção (socialismo).
Não sei de nenhuma experiência anarquista moderna de grandes proporções, de modo que não existem meios de avaliar como isso se desenvolveria na prática.
Em relação ao socialismo, temos sim vários exemplos, alguns ainda em funcionamento, como as ditaduras de Cuba e Coréia do Norte.
Isso já bastaria pra deixar claro que o liberalismo clássico (http://pt.wikipedia.org/wiki/Liberalismo_clássico), por exemplo, não é o "extremo" do que quer que seja.
Muitas pessoas têm o receio de que sem a "mão visível" do estado, a "mão invisível" do mercado irá oprimir os mais fracos. É um medo natural, ainda mais compreensível se levarmos em conta a bem-sucedida campanha difamatória empreendida pelos estatistas contra o diabólico "neoliberalismo".
Pois os liberais acreditam que o estado deva existir justamente pra defender os indivíduos da coerção. Acreditam no axioma da não-agressão, sendo o estado necessário pra coibir e punir quem atenta contra a vida, liberdade e propriedade alheias.
"Mas a propriedade é um roubo!"
Bem, como a intenção aqui é chegar num hipotético "caminho do meio", vamos relativizar então o conceito de propriedade, já que os impostos vão realmente servir pra manutenção da segurança. Algum dos moderados aí discorda?
"E saúde e educação?"
Existem modos do estado suprir esses serviços sem que ele precise gerir escolas e hospitais. O cheque-educação proposto por Milton Friedman, e implantado com sucesso na Suécia, faz justamente isso: o estado, com o dinheiro dos impostos, fornece um cupom que dá a chance aos pais da criança de escolherem a melhor instituição privada de ensino pro seu filho.
O mesmo esquema poderia ser feito na Saúde.
Liberdade de escolha e concorrência, pra um maior acesso às oportunidades.
Dessa maneira, com o trinômio Educação, Saúde e Segurança, imagino que esse "caminho do meio" estaria minimamente contemplado. Parece razoável, não?
O problema é que ainda estamos muito distantes desse modelo, com o estado se arvorando a empresário e controlando toda a atividade produtiva, travando o desenvolvimento com regulações, subsídios e reservas de mercado.
Quem está no poder prefere manter o povo no cabresto, comprando votos com as bolsas e sacrificando as liberdades individuais em nome da "justiça social", nada mais que o velho e surrado socialismo de sempre que tanto sangue derramou no século 20.
Se você realmente acredita que o "caminho do meio" é o melhor, lute então pra diminuir e racionalizar o estado brasileiro que, do jeito que está configurado, desperdiça recursos escassos com uma corrupção desvairada e uma castração das trocas voluntárias que beiram a insanidade.

Viva Zé Rodrix


2 dias após publicar o texto abaixo, vejo no "Gente Boa" do "O Globo" o depoimento do Zé Rodrix, que se demitiu da direção da peça "Rei Lagarto" ao saber que a produção contaria com os incentivos fiscais da Lei Rouanet.
Fiquei sinceramente emocionado com a tal carta, uma poderosa declaração de princípios de alguém que sabe o perigo de se misturar arte e governo. Um trecho:
"Não acredito que o dinheiro de TODOS deva servir para patrocinar a aventura pessoal de ALGUNS, e, quando isto se configura, saio fora. Investimento deve ser feito com dinheiro real que não prejudique o essencial do país. Impostos devem ter fim específico, e o sustento da arte não é, a meu ver, uma dessas essencialidades. Sempre fui um artista que não se privilegiou de nenhum tipo de ligação com estados e governos, em nome de minha própria liberdade."

Monday, August 27, 2007

Ministério da Cultura


Artistas, produtores e lobistas numa simbiose parasitária com o poder estatal.
"Nos dê verba que vamos aprofundar a mentalidade coletivista, vamos enaltecer o nacionalismo ufanista, a ignorância e o coitadismo anticapitalista".
E ai de quem propor a repartição dos subsídios com o pessoal do esporte!
"Não, o povo tem que receber Saneamento Básico, mas também cultura..." (Ouvi isso outro dia do Jorge Furtado).
E os gramscianos voluntários e involuntários nos cadernos culturais deturpam tudo: as pessoas não vão ver "Os Simpsons" por causa da GENIALIDADE da série, mas "por conta da máquina da propaganda hollywoodiana!"
Ou seja, pros luminares e defensores do cinema nacional bancado pelos "contribuintes", a QUALIDADE dos filmes americanos é menos importante do que "a lavagem cerebral imperialista!"
Socialistas são assim: autoritários que imaginam que a sua escala de valores deva reger a humanidade, tudo isso com o dinheiro alheio.
É realmente uma piada.
Que diacho de arte é essa que depende do governo pra existir?! Isso não é arte, é locupletação travestida de "cultura".
"Uma pessoa muito querida e próxima sintetiza existencialmente, a meu ver, muito do que há de errado nesse país. Típica jovem urbana intelectualizada, "cabeça", ela acredita de boa-fé que o socialismo de esquerda representa os interesses do povo, e que o PT representa o socialismo de esquerda. Esses axiomas estão tão arraigados em seu espírito que eu raramente perco tempo discutindo política com a moça. Numa dessas raras discussões, porém, a conversa enveredou para a área cultural. Ela e seus amigos acham perfeitamente natural que o Estado subvencione o cinema nacional. Eu protestei, é claro, argumentando que os recursos que o Estado confere aos cineastas são tomados via impostos dos pobres, aos quais não é indagado se gostariam de contribuir para as glórias da sétima arte ou se prefeririam gastar seu dinheiro em outras coisas. A réplica continha uma falácia econômica e uma falácia artística. A primeira consistia no fato de que os subsídios "geram empregos" para o pessoal do cinema. Sim, claro, mas deixam de criar empregos nas áreas em que os pagadores de impostos teriam consumido ou investido. A segunda falácia residia num suposto direito do povão de receber arte do governo. Mesmo que fosse assim, respondi, o povão não costuma assistir os filmes pedantes e chatos que nossos cineastas "cabeça" produzem. De sorte que o governo está fornecendo a arte errada ao povão, ou, mais exatamente, está pagando com o dinheiro do povão uma arte empolada e aborrecida feita por intelectuais de esquerda para intelectuais de esquerda, todos de classe média. Não creio ter sido muito convincente, mas quem sabe consegui infiltrar uma dúvida no sistema de falácias que enevoa a mente da minha interlocutora. Tomara."
Os cadernos culturais se ouriçam, afinal os filmes brasileiros estão com as salas vazias.
"Como reverter esse quadro? Ninguém vai ver a nova alegoria do Fulano de tal!?"
Tire o estado da jogada e verão aí sim um cinema espontâneo, vivo, que não depende do carimbo de nenhum burocrata pra existir.
O autoritarismo é uma tara: a pessoa se imagina com o poder total na mão, o poder de determinar o rumo das coisas através do deus-estado, e fica inebriada com essa onisciência, certa de que o seu "gosto" é o "melhor" pros outros.
Um liberal é mais humilde, não tem a intenção de IMPOR NADA a ninguém.
Eis aí uma diferença clara entre duas visões de mundo conflitantes.
Não é função do estado determinar qual "cultura" vai ser produzida com o dinheiro dos outros, Glauco.
Deixe o povo, o MERCADO, determinar o que vai ser bem sucedido ou não.
Subsídios estatais são INJUSTOS, pois favorecem apenas grupos de interesse bem organizados ÀS CUSTAS DOS DEMAIS.
Quando um cidadão paga 16 reais pra ver a nova bomba semi-novelística da nossa Sétima Arte - que custou X milhões (cinema é caro...) - ele está pagando 2 vezes: nos impostos que bancam essa impostura, e no ingresso, que ainda conta com a demagógica lei da meia-entrada...
Você quer ser tutelado pelo estado, e ainda fica nessa pose revolucionária...
"Eu não quero impor nada a ninguém, só quero que exista espaço para todos. Creio que todas as manifestações culturais merecem existir e são importantes para a riqueza da humanidade. Se formos deixar na mão do mercado, o que não der lucro irá desaparecer. Isso é autoritário. "
Porra Glauco, tenho aqui vários textos, CULTURA, que bem poderiam virar um livro bancado pelo estado! Reivindico o meu butim, A FUNDO PERDIDO!
Ah, também gravo umas músicas malucas aqui, CULTURA, acho que merece também uma verba... A FUNDO PERDIDO!
Ou a minha manifestação artística não merece uma parte do seu imposto?
"Uai, vai procurar um edital e submete um projeto!!"
Ah, então pro Glauco, o autonomista autoritário, o estado deve bancar TODA a cultura, DESDE QUE ela seja previamente aprovada pelo burocrata com acesso aos cofres públicos.
Entendi.
Essa é a receita pra produção de uma arte estéril e comprometida com os donos do poder.
O que esperar de um país com esse tipo de mentalidade?

Thursday, August 23, 2007

O vídeo do PT


Algumas partes do vídeo do PT:
"Não há democracia sem socialismo, e não há socialismo sem democracia".
É o Opinião Popular (http://opiniaopopular.blogspot.com/) sem tirar nem pôr:
"O socialismo que queremos se decidirá por todo o povo, (isto é, o Partido)..."
"Para acabar com o capitalismo e implantar o socialismo é preciso uma mudança radical, os trabalhadores precisam transformar-se em classe hegemônica e dominante no poder de estado (isto é, o Partido)..."
"Com a queda do muro de Berlim e o colapso da União Soviética, o PT reafirma a sua crença na democracia como visão ESTRATÉGICA de tomada do poder pelo povo (isto é, o Partido)..."
Ou seja, o compromisso do PT com a democracia é eventual, até conquistar o poder total com muita demagogia, aparelhando e corroendo as instituições democráticas por dentro, como fazem os camaradas Chávez e Morales.
Vejam lá, os caras combatem inclusive a social-democracia. E dá-lhe complexo de vira-lata:
"A luta dos povos latinos contra o imperialismo!"
E eles próprios falam do Foro de São Paulo.
Por que será que a mídia ignora esse fato?
Será porque a mídia, em sua maioria, é PETRALHA?
"O Foro é uma articulação política que pretende construir uma nova civilização..."
Mao e Stálin na veia!
E depois dizem que quem denuncia isso é paranóico...

Monday, August 20, 2007

A "tirania" dos empresários

"É a empresa que decide o que produzir, onde vender, o salário, os benefícios, as condições de trabalho, etc, etc."

Errado, Glauco.

Como diria Mises (foto), as pessoas não bebem whisky porque existem destilarias, existem destilarias porque as pessoas bebem whisky.

E outra, o salário não é arbitrariamente decidido pelo empregador, ele é um preço, resultado do encontro entre a oferta e a demanda.

Se o cidadão quer consumir, e ele não só quer como precisa, ele deve produzir, ou ser ajudado por alguém que produza.

Ou, em último caso, receber uma bolsa do governo num programa de renda mínima. Se esse programa é desejável na questão dos incentivos, aí é outra discussão.

Os empresários não "obrigam" ninguém a beber Coca-Cola ou usar jeans.

O whisky surgiu, as pessoas o apreciaram e por isso existe essa DEMANDA. Não é algo empurrado de cima pra baixo. É uma troca.

Propaganda pode até criar um desejo, mas este não gera uma necessidade, que por sua vez não se transforma num direito, dá pra você perceber?

Você confunde tudo.

O que parece ser a "visão da esquerda": conspiradores criam produtos que são impostos coercitivamente para o consumo de terceiros. O terceiro não tem escolha. É obrigado, por uma "mão invisível", a consumir Windows, Coca Cola, etc. Sua demanda é artificial, ele não deseja isso, é o "sistema" que aliena sua cabeça para consumir aquilo.

O que parece ser a "visão da direita": empresários têm uma expectativa do que os consumidores efetivamente desejam. Abrem um negócio procurando satisfazer os desejos dos consumidores em troca de lucro. Se não conseguem satisfazer, não conseguem continuar no mercado.

Bom. Sou adepto da "visão da direita".

É isso aí, Roberto.

E é só dar uma olhadinha nos resultados que a visão predominante de "esquerda" produziu e os resultados que a visão predominante de "direita" produziu pra ver quem tem razão.

Ignorar a realidade e focar numa utopia é delírio autoritário travestido de "humanismo".

Qual a "tirania" que um empresário exerce, Glauco?

Ele usa a sua poupança e o seu conhecimento pra organizar os fatores de produção de modo a atender as demandas dos indivíduos. Existem inúmeros riscos no caminho: a concorrência, a falta de interesse dos consumidores, o excesso de regulação, o governo...

Ele empregou diversas pessoas, movimentou a economia e, se tudo funcionar, vai ter um lucro, que é o seu salário.

Se nada funcionar, vai falir e botar a sua viola no saco.

Qual o pecado?

Friday, August 17, 2007

A Venezuela já pode se considerar uma ditadura?


"Chávez também tem controle da Suprema Corte, de toda a burocracia federal, das estatais de petróleo e infra-estrutura e de quase todos os governos estaduais -- só dois têm oposicionistas no poder. Segundo Lara, o projeto de Chávez "garante ao povo o máximo de felicidade possível"."
E essa frase panglossiana mostra que a Venezuela é uma ditadura socialista que não perde o senso de humor!
Espero sinceramente que os EUA não intervenham militarmente na Venezuela. Isso daria mais argumentos pra radicalização ideológica e o Brasil provavelmente entraria ainda mais fundo no estatismo anticapitalista.
Chávez vai cair de podre, no dia em que o petróleo desvalorizar e a população se cansar do seu autoritarismo.
Mas vão sofrer muito até lá, e o rescaldo será duríssimo.
"Sol, concordo. Mas isso pode durar anos... vide Fidel, que mesmo sem petróleo e sem mesada da URSS, continua tiranizando os pobres cubanos..."
Sim Rodrigo, é uma tragédia o que acontece por lá. Mas levando-se em conta que o demente foi ELEITO, uma intervenção só traria mais ressentimento.
Questão realmente delicada.
No mais, estou de acordo com Ron Paul e demais libertários com a sua política de não-intervenção.
"Sol e Consta
Como eu disse, uma intervencão militar americana na Venezuela será relâmpago, algo mais parecido com o Panamá em 1989, quando o americanos depuseram e prenderam Noriega. Os americanos não precisariam ocupar a Venezuela como ocorreu no Iraque.
Além disso, a queda de Cháves terá um efeiito dominó óbvio pois a grande maioria de seus aliados no continente DEPENDEM dele economicamente, como Cuba, por exemplo.
Com ou sem intervencão dos EUA o anti americanismo cafajeste dos deslumbrados com o chavismo continuará do mesmo jeito. A diferenca é que, com Chávez fora do caminho, esse anti -americanismo volta para seu lugar de sempre : o folclore político... "
Alfonso, por mais tentadora que seja a idéia de se derrubar Chávez e conseqüentemente enfraquecer outros tiranos e projetos de tiranos, me parece que essa intervenção seria contraproducente se não houver um CLAMOR POPULAR dos próprios venezuelanos.
Uma decisão de cima pra baixo, sem o apoio de uma maioria interna, poderia transformar esse "folclore político" em algo ainda mais real do que infelizmente já é.

Sunday, August 12, 2007

Será que vão conseguir piorar a constituição?


Reinaldo Azevedo sobre os índios
Antropologia da danação
Leia reportagem de Leonardo Coutinho na VEJA desta semana. Tribos brasileiras ainda praticam o infanticídio. O texto traz histórias de arrepiar. Impressionante é que tal prática, acreditem, é tolerada por antropólogos e indigenistas da Funai (Fundação Nacional do Índio) sob o argumento de que impedi-la corresponderia a interferir na cultura dos índios. Treze etnias ainda eliminam as crianças que apresentam alguma deficiência. Segundo levantamento da Fundação Nacional de Saúde, só os ianomâmis mataram, entre 2004 e 2006, um total de 201 crianças. O que dizer desses “especialistas” que se calam diante da morte? Seu relativismo cultural os torna cúmplices de homicídio.
Comunidade Economia Brasileira
"LEI Nº 6.001 - DE 19 DE DEZEMBRO DE 1973
... Art.6º Serão respeitados os usos, tradições costumes das comunidades indígenas e seus efeitos, nas relações de família, na ordem de sucessão, no regime de propriedade nos atos ou negócios realizados entre índios, salvo se optarem pela aplicação do direito comum.
Logo,sacrificar crianças,pode,dado que é um costume indígena e tem de ser respeitado."
E daí que está na lei? Tem milhares de leis equivocadas por aí.
Essa idealização romântica do índio não corresponde à realidade.
Harro, não me referi a você na idealização, mas sim na questão da lei.
"O que os índios fazem entre eles é problema deles."
Mais ou menos. Então eles fazem negócios com o "mundo exterior", são praticamente tutelados pelo estado e não têm nenhuma conta a prestar pelos seus atos?
Podem, como o Paulinho Paiakan, estuprar alguém (não indígena aliás) e permanecerem inimputáveis?
Questão complicada essa.
Então, pra você, só é crime quando a estuprada é não-indígena?
Mas e se ela for indígena, mas "aculturada", o pajé continua com passe livre pra estuprá-la?
Quem vai traçar essa linha? O povo da FUNAI?
Da mesma forma que é uma violência a infibulação do clitóris em algumas comunidades islâmicas, é uma violência um índio ser inimputável quando atenta contra o outro.
Ninguém deveria ter o direito de iniciar agressão a quem quer que seja, seja na cultura que for.

Saturday, August 11, 2007

2 sites libertários


Tradução do http://acao-humana.blogspot.com/ de um livro de Murray Rothbard:
For a New Liberty, The Libertarian Manifesto - Chapter 2: Property and Exchange.
O credo libertário repousa sobre um axioma central: que nenhum homem ou grupo de homens pode ter o direito de agredir uma pessoa ou sua propriedade. Isto pode ser chamado de axioma de não agressão. Agressão, por outro lado, é definida como a iniciação do uso, ou a ameaça de violência física contra qualquer pessoa ou contra a sua propriedade. Agressão é consequentemente sinônimo de invasão.
Se nenhum homem pode agredir outro homem; se, em resumo, todos têm o direito absoluto a serem livres de qualquer agressão, então, desde já, isso implica que o libertário luta firmemente pelas conhecidas “liberdade civis”: a liberdade de expressão, de imprensa, de reunião, e de participar também nos chamados “crimes sem vitimas”, como, por exemplo, a pornografia, o desvio sexual e a prostituição (que os libertários não consideram como crimes, em absoluto, já que crime é definido como uma violenta invasão a pessoa ou sua propriedade). Além disso, ele considera o serviço militar obrigatório como escravidão em escala maciça. E, já que a guerra, especialmente a guerra moderna, envolvida em massacre de civis, o libertário considera tais conflitos como assassinatos em massa, e, consequentemente, totalmente ilegítimos.
Mais outro de Rothbard no Libertyzine:
Por que ser Libertário?
(...) É nossa opinião que o desenvolvimento de um movimento libertário e uma dedicação de vida à liberdade só podem ser baseados em uma paixão pela justiça. Sobre ela deve estar nosso maior impulso, nossa armadura que nos defenderá de todas as tempestades futuras, não a busca por dinheiro fácil, por um passatempo intelectual ou o frio cálculo de ganhos econômicos. E, para ter uma paixão pela justiça, devemos ter uma teoria do que é justiça e do que é injustiça — em resumo, um conjunto de princípios éticos de justiça e injustiça que não podem ser fornecidos pela economia utilitária. É porque vemos o mundo exalar injustiça que somos impelidos a fazer tudo o que podemos para alcançar um mundo no qual estas e outras injustiças serão erradicadas.